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Veja como fazer o preenchimento do Código do Benefício Fiscal e os Valores de Desoneração conforme CST Utilizada

No post de hoje falaremos sobre a Obrigatoriedade do Preenchimento do Código de Benefício Fiscal e Valores da Desoneração conforme a CST utilizada e como facilitamos a sua emissão para as Pequenas e Médias Empresas.

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Você tem Comércio em São Paulo e ainda utiliza Impressora Fiscal? O Prazo acabou!

Confira o prazo para implementar o CF-e SAT, e substituir as velhas impressoras fiscais.

A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônico está revolucionando o Varejo. As vantagens são muitas, tanto para o Lojista, que não se preocupa mais com a manutenção de Impressoras Físicas, custódia de rolos de bobina e memória fiscal, quanto para o consumidor que pode conferir a validade e autenticidade do documento fiscal recebido. Tudo muito parecido com a Nota Fiscal Eletrônica modelo 55.

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Entenda quais são as diferenças entre a NF-e e NFC-e!

NFECom a massificação da internet e a expansão do comércio eletrônico, empreendedores precisaram adaptar suas rotinas corporativas aos inúmeros tipos de documentos exigidos, como é o caso das NF-e e NFC-e — respectivamente, Nota Fiscal Eletrônica e Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica —, documentos fiscais relativos a transações realizadas em meio eletrônico.

Desde então, as organizações vêm estruturando os processos internos para cumprir obrigações relativas à emissão dos documentos fiscais. Tal fato se deve principalmente à implementação do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), que integra uma série de obrigações fiscais em formato eletrônico.

Mas você sabe quais são as diferenças entre a NF-e e NFC-e? No post de hoje vamos simplificar a vida de todos os usuários que lidam diariamente com a emissão desses documentos fiscais e acabam ficando com uma série de dúvidas sobre as suas funcionalidades e prazos.


Compreendendo a NF-e

A NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) é o modelo utilizado exclusivamente nas operações que envolvem a circulação de mercadorias ou a prestação de serviços, como é o caso da NFS-e (Nota Fiscal de Serviços Eletrônica).

Atualmente, a NF-e é obrigatória tanto para transações de compra e venda no comércio eletrônico como em lojas físicas. Para empreendedores, a sua emissão representa um importante instrumento de gestão, uma vez que ficam armazenadas informações sobre fornecedores e clientes.

Vale destacar que, em todas as transações realizadas entre pessoas jurídicas, é obrigatória a emissão da NF-e. Entretanto, ela é facultativa nas operações realizadas entre pessoas jurídicas e pessoas físicas, podendo ser substituída pela NFC-e — da qual falaremos em breve — ou o SAT-CF-e (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos).

Como funciona a NF-e?

Para emitir a NF-e é preciso que a empresa cumpra os seguintes requisitos:

  • Tenha um CNPJ;

  • Adquira um certificado digital por meio da ICP-Brasil;

  • Credencie-se junto à Secretaria da Fazenda.

Após o credenciamento, basta fazer o download e instalar o software específico da Sefaz ou um sistema ERPque possibilite integração direta com a SEFAZ.

É importante destacar que o sistema emissor da NF-e disponibilizado pela Secretaria da Fazenda será descontinuado a partir de 1º de janeiro de 2017 e não haverá mais disponibilização de atualizações para os contribuintes que continuarem com o programa.

Existem diversas alternativas no mercado para a emissão de notas fiscais eletrônicas. Na escolha de um software, leve em consideração a possibilidade do sistema rodar em nuvem e oferecer a facilidade de acesso online a qualquer hora e a partir de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Outro fator a ser considerado é o volume de notas emitidas: Empresas que emitem um grande volume de NF-e devem adotar um emissor, integrado a um sistema de faturamento ou sistema de gestão, por exemplo.

Quais as vantagens da NF-e?

Entre as vantagens obtidas por meio da emissão da NF-e, tem-se:

  • Redução de custos com armazenagem de documentos em espaços físicos, uma vez que é possível o Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED);

  • Maior agilidade no faturamento;

  • Redução de custos com impressão do documento fiscal, já que o consumidor pode imprimir o DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica), acompanhar a mercadoria e consultar a respectiva NF-e na internet;

  • Como as informações da NF-e podem ser consultadas antecipadamente, o contribuinte pode realizar um melhor planejamento de logística;

  • Redução de erros de digitação devido à eliminação de processos manuais de notas fiscais;

  • Redução do tempo de parada em postos fiscais.

Quando a emissão da NF-e é obrigatória?

A lista de empresas obrigadas a emitir a NF-e é bastante extensa, uma vez que muitas delas já emitem a Nota Fiscal Eletrônica desde 2008, ano em que foi colocada em prática a obrigatoriedade.

A legislação, com a listagem completa de empresas obrigadas a emitir a NF-e, pode ser conferida nos seguintes documentos:

A obrigatoriedade da NF-e também é estendida para operações de importação e exportação, operações interestaduais e operações de transferência de mercadorias entre estoques.

O MEI é isento da emissão da NF-e, mesmo se realizar vendas interestaduais, exceto se desejar estar enquadrado nessa opção.

Entendendo o que é NFC-e

Vista como uma importante facilitadora no dia a dia dos empreendedores, a NFC-e (Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica) passou a substituir as notas fiscais de venda ao consumidor e o cupom fiscal emitido pela ECF (Escrituração Contábil Fiscal).

De forma geral, a NFC-e é validada de forma online pela Secretaria da Fazenda de cada estado e o contribuinte pode acessar o portal da Sefaz e conferir diretamente, já que a NFC-e fica disponível em forma virtual para consulta.

A finalidade da NFC-e é proporcionar maior segurança e rapidez aos processos, tanto para o Fisco quanto para o próprio empreendedor. Por meio dela, as obrigações acessórias das empresas são reduzidas, e há economia pela dispensa do uso de papel.

Como funciona a NFC-e?

A NFC-e só existe digitalmente, De forma simplificada, ao realizar uma compra o varejista emite um cupom, que é muito parecido com o cupom fiscal usual.

A grande diferença é que a NFC-e vem com um QRCode, oferecendo ao consumidor a facilidade de consultar informações da sua compra diretamente no seu celular. No entanto, a opção de impressão é opcional, já que é um documento completamente eletrônico.

Quais as vantagens da emissão da NFC-e?

Entre as vantagens de emitir a NFC-e estão as seguintes:

  • Não há mais a necessidade de homologar os sistemas;

  • Comerciantes podem utilizar impressoras não fiscais, térmicas ou a laser, não sendo mais necessário utilizar hardwares específicos de automação;

  • Uso de papel não certificado, com menor requisito de guarda;

  • Possibilidade de integrar plataformas físicas e virtuais;

  • Uso de novas tecnologias de mobilidade, pois possui interface com tablets, smartphones e outros dispositivos móveis;

  • Simplificação das obrigações acessórias, já que não há a necessidade da impressão de Redução Z e Leitura X, cessação de uso, escrituração de Mapa Resumo, entre outros;

  • A transmissão do documento fiscal é feita em tempo real ou online, sem a necessidade de processos manuais;

  • Redução dos gastos com uso do papel.

Quando há obrigatoriedade de emissão da NFC-e?

A obrigatoriedade de emissão da NFC-e e o cronograma de implementação são de responsabilidade da Secretaria da Fazenda de cada estado.

Acre, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Paraíba, Distrito Federal, Sergipe, Paraná, Rio de Janeiro e Rio grande do Sul já aderiram ao calendário de obrigatoriedade do uso da NFC-e. Os demais estados estão em processo de migração do uso de EFC para a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônico.

Vale destacar que a emissão da NFC-e para microempreendedores individuais não é obrigatória.

A implementação da NFC-e está sendo feita de forma gradual pelos estados. Para emiti-la, é necessário:

  • Ter certificado digital no padrão ICP-Brasil;

  • Possuir CNPJ;

  • Possuir inscrição estadual.

Sua emissão depende do cadastro como emitente de nota fiscal eletrônica. Alguns estados, como São Paulo, dependem da disponibilidade do sistema SAT.

Não há um software oficial para a emissão na NFC-e, sendo necessário que o empreendedor adote soluções que possam atender às suas necessidades. Cabe aqui destacar que o software emissor de NF-e não pode ser utilizado para a emissão da NFC-e, já que cada uma das obrigações fiscais têm suas particularidades e sistemas apropriados.

Preparando-se para a adequação ao SAT

O SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos) é uma obrigação que passa a substituir a ECF, como já informamos.

Assim como a ECF, o SAT é um equipamento gerador de cupons fiscais eletrônicos que precisa ser instalado fisicamente no estabelecimento comercial. Porém, como as notas são emitidas no formato eletrônico, nem todos os pontos de venda de uma loja precisam ter o equipamento instalado.

A obrigatoriedade do SAT Fiscal entrou em vigor desde 01 de julho de 2015. Os primeiros estabelecimentos a cumprir a regra serão os postos de gasolina que estejam classificados no CNAE 4731-8/00.

Essas, portanto, são as informações principais, que buscamos disponibilizar de forma simples e clara, sobre o que é NF-e e NFC-e. Se você quer saber mais sobre o tema, sugerimos que leia esse outro artigo e tire todas as suas dúvidas sobre o SAT-ECT.

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SAT Fiscal: confira quais estados já adotaram

Cada vez mais estados estão aderindo ao sistema SAT Fiscal para otimizar e garantir mais transparência ao processo de emissão de cupons fiscais. Em implementação desde 2014, o SAT ainda é motivo de dúvidas para muitos contribuintes, sobretudo porque pode ser confundido com outra novidade, as Notas Fiscais eletrônicas (NFC-e). Neste texto, vamos fazer um resumo sobre o SAT Fiscal e mostrar a lista completa dos estados que já aderiram a esse novo sistema de emissão. Acompanhe:

O que é o SAT Fiscal?

SAT é uma sigla para Sistema Autenticador e Transmissor Fiscal. É um equipamento usado para imprimir notas fiscais que atendem a todas as exigências previstas em lei. O SAT atua como uma espécie de adaptador para impressoras não fiscais, fazendo com que a nota seja impressa de acordo com os requisitos da legislação.Uma diferença dele para a emissão de notas fiscais eletrônicas é que ele prevê o uso de um aparelho oficial. A segunda é que a conexão com a internet não é necessária para imprimir o documento devidamente legalizado. Contudo, nessa situação, você deve encaminhar os dados da venda para a Receita em até 10 dias.

O que o SAT Fiscal substitui?

A ideia é que o SAT substitua todos os equipamentos Emissor de Cupom Fiscal (ECF), e a troca se tornou obrigatória em meados de 2014. Assim, os estabelecimentos comerciais criados após a determinação da obrigatoriedade já devem usar o aparelho. Os demais contribuintes precisam observar a legislação local para saber qual o prazo de efetivação da mudança. O tempo até a adoção varia mediante o tipo de comércio e outras questões.

Qual é o objetivo do SAT Fiscal?

Os planos do governo com a implementação tanto do SAT quanto da NFC-e é reduzir a chance de sonegações e violações legais. Essas novidades facilitam o controle do poder público e de fato garantem mais segurança e transparência para o Fisco.Mas não são apenas os estados da União que saem beneficiados. O consumidor tem acesso facilitado ao documento fiscal, podendo visualizá-lo a qualquer momento, desde que conectado à internet.A vantagem dos contribuintes e empresários é que o SAT vai sair muito mais em conta do que as impressoras fiscais disponíveis no mercado. Você pode usar a sua impressora não fiscal conectado ao SAT.Com isso, a chance de dados inválidos, erros de emissão e problemas com a fiscalização são de quase zero.

Quais estados já aderiram ao SAT Fiscal?

Como o SAT Fiscal é um projeto em paralelo com a implementação das notas fiscais eletrônicas, nem todos os estados do país aderiram ao sistema. São Paulo foi o primeiro estado a exigir a utilização do aparelho em relação aos contribuintes, e atualmente outros 5 também adotaram o projeto:

  • Alagoas;
  • Ceará;
  • Mato Grosso;
  • Minas Gerais;
  • Paraná;
  • Sergipe.

Se você quiser saber ainda mais sobre as diferenças entre o SAT Fiscal e a NFC-e, leia o post “Entenda NFC-e e quais as mudanças no Rio de Janeiro!”. Aproveite a visita no blog para deixar um comentário e nos dizer o que você achou deste texto!

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SAT ou NFC-e: entenda o futuro do cumpom fiscal

 

sped e nfeVisando a tornar o processo mais simples e mais seguro, diversos estados no país vêm buscando alternativas ao Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Entre as opções atuais estão o SAT Fiscal e a NFC-e, em que a homologação das transações acontece de maneira direta com a Secretaria de Fazenda (Sefaz).

Apesar disso, o funcionamento de cada uma dessas emissões é bem distinta. Continue lendo nosso post e saiba mais sobre as suas diferenças e aplicações:

 

O SAT Fiscal e a NFC-e

O SAT Fiscal

SAT é a sigla para Sistema Autenticador e Transmissor de cupons Fiscais Eletrônicos e funciona principalmente para os varejistas de São Paulo. Esse tipo de solução foi criada para substituir os ECFs, que são mais caros e mais complexos.

No geral, a característica mais importante do SAT é que ele exige software e hardware homologados pela Fazenda, mas não necessita de conexão com a internet. Isso significa que o varejista pode realizar a venda dos produtos e, a cada grupo de emissões, enviar as informações para a Sefaz.

A NFC-e

Já a NFC-e é a sigla para Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica e possui um funcionamento parecido com a NF-e. Ela também foi criada para substituir a emissão do cupom fiscal, de maneira semelhante ao SAT.

A grande diferença entre a NFC-e a SAT é que a NFC-e não exige soluções previamente homologadas. Como resultado, a validação deve acontecer pela Sefaz em tempo real — o que exige conexão com a internet e a necessidade de enviar as informações de transação de maneira simultânea.

A escolha recomendada

A NFC-e é principalmente recomendada quando o estabelecimento tem uma boa conexão com a internet e um fluxo maior de informações. Como é tudo registrado de maneira instantânea, fica mais fácil utilizar a NFC-e do que ter que encaminhar todos os dados de maneira posterior para a Sefaz.

Há o risco, entretanto, de indisponibilidade do sistema em diferentes instâncias (a conexão pode cair ou o sistema da Sefaz pode não estar disponível, por exemplo). Por outro lado, mesmo que tenha um grande volume de informações, o estabelecimento que tiver alguma dificuldade de acesso à internet deve optar pelo SAT, já que ele não exige disponibilidade extensiva de conexão com a rede.

No geral, o SAT também pode ser a opção escolhida para pontos de venda móveis ou que enfrentam dificuldades para a transmissão de informações. Quem quiser garantir o máximo de disponibilidade também deve optar pelo SAT.

A opção para cada tipo de negócio

Tanto a NFC-e quanto o SAT são mais recomendados para o varejo, mas o SAT foi desenvolvido especialmente para esse fim. Além disso, é preciso considerar a área de atuação física do negócio para escolher a melhor opção.

O SAT, por exemplo, é obrigatório para empresas de São Paulo, enquanto a adesão à NFC-e é obrigatória em estados como:

  • Amazonas;

  • Mato Grosso;

  • Roraima;

  • e Sergipe.

Outros estados versam sobre a adesão voluntária ao sistema, como:

  • Bahia;

  • Distrito Federal;

  • e Paraná.

No Espírito Santo, nenhuma das alternativas é válida, pois o ECF permanece sendo a única opção disponível.

Além disso, há de se considerar que também é possível utilizar os 2 sistemas juntos. Nesse caso, o estabelecimento pode adotar a NFC-e como modelo principal e o SAT para contingência — ou seja, quando houver algum tipo de indisponibilidade.

O SAT e a NFC-e são o futuro do cupom fiscal e vão substituir o ECF. Enquanto o SAT não exige conexão com a internet — ao contrário da NFC-e —, ele demanda um software e um hardware homologados. Por isso, é importante avaliar o tipo do seu negócio e a sua localização para escolher a melhor opção.

Se você que saber mais sobre o assunto, leia o post “Como as empresas devem se adaptar à economia digital?” e veja quais são as medidas que devem ser tomadas pela sua empresa.

 

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Parceria entre Bematech e Artsoft para atender pontos de venda

A Artsoft Sistemas e a Bematech se unem para trazer mais praticidade para a gestão fiscal do seu frente de caixa. A partir de 1º de julho a solução Easy PDV será integrada ao SAT e oferecerá mais agilidade e praticidade para pontos de venda.
 
O SAT, integrado ao Easy PDV, será responsável por armazenar, enviar e assinar o XML junto à SEFAZ. Após o recebimento deste XML, a impressão poderá ser realizada através de qualquer tipo de impressora não fiscal.
 
Basicamente, ao receber os documentos eletrônicos do ponto de venda, a partir de um certificado armazenado, é possível assinar estes documentos digitalmente. Em seguida as informações serão inclusas em uma fila para serem transmitidas ao servidor da SEFAZ.

Descubra como esta solução facilitará o seu dia a dia:

  • Atende à legislação fiscal de São Paulo para a emissão dos documentos fiscais eletrônicos em seu PDV;
  • As operações de venda se mantém funcionando, mesmo que ocorram falhas na internet;
  • Permite a operação dos pontos de venda sem a dependência da conexão on-line com a Fazenda em tempo integral;
  • Conexão on-line com a Fazenda em tempo integral;
  • Oferece fácil e rápida implantação com o aplicativo comercial de Frente de Caixa.

Esta parceria confirma o compromisso de qualidade e eficácia garantido pela Artsoft Sistemas para com seus clientes. Portanto, à partir de 01/07/2015 serão atendidos os clientes que solicitarem a obrigatoriedade de credenciamento junto à SEFAZ.

 
Quer saber mais? Entre em contato conosco:
comercial@artsoftsistemas.com.br

 

 

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Bematech, Easy PDV, PDV, SAT

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São Paulo: Av. Brg. Faria Lima, 4440 - 10 andar, Itaim Bibi. 
Tel.:(11)3090-4433

Rio de Janeiro: Rua México, 90 -  6 andar, Centro.
Tel.: (21) 3216-9100

Uma empresa do Grupo Artsoft: https://www.grupoartsoft.com.br

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