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Quais erros evitar ao cortar custos na empresa com Cloud Computing?

É inegável que a adoção de serviços em nuvem, ou cloud computing, trouxe mais produtividade ao ambiente corporativo, reduzindo os custos e o tempo na realização das tarefas. Por outro lado, a gana em integrar novas tecnologias aos negócios da empresa pode fazer com que os gestores se desapercebam de aspectos importantes que, se desconsiderados, comprometem o bom desenvolvimento dos processos.

Para que você não cometa essas mesmas falhas, separamos os principais erros cometidos pelas organizações ao cortar custos com o uso da cloud computing — e apresentaremos soluções para que a implantação desse sistema ocorra com sucesso na sua empresa. Acompanhe!

Falta de planejamento

Muitos gestores podem pensar que a implantação de serviços em nuvem resolverá todos os seus problemas, e que os benefícios serão automáticos. Mas não é bem assim. Empolgados, os empresários acabam realizando a migração rápido demais, desconsiderando etapas importantes do planejamento. O sucesso da cloud computing no ambiente corporativo muito dependerá do desenvolvimento de um bom projeto.

O bom planejamento envolve elaborar uma estratégia de migração. Em vez de fazer a realocação dos dados e a instalação do sistema de uma vez só, realize-os de forma gradual, segundo as peculiaridades de cada setor.

Lembre-se ainda de que mesmo um projeto bem elaborado está suscetível a erros. Para reduzir ao mínimo as possibilidades de falhas, realize testes no funcionamento dos serviços, levando em consideração a carga de tráfego em um ambiente próximo ao real. Isso dará base para os ajustes necessários.

O uso de sistemas ERP são muito úteis nessa etapa, pois auxiliam na melhor organização dos processos internos, permitindo uma migração mais preparada e segura para novas soluções, tais como os serviços em nuvem.

Modelo de cloud computing inadequado aos seus negócios

Os provedores de cloud computing disponibilizam atualmente três modelos principais de nuvem:

  • Pública: os dados são alocados em data centers fora da empresa, em provedores de cloud. Como o nome sugere, é um espaço compartilhado com outros usuários, mas não deixa a desejar na segurança e privacidade necessárias para trabalhar com os seus dados. Recomendada para micro e pequenas empresas em razão do baixo custo, pode ser em serviços secundários, como armazenamento de material para publicitário, serviços de e-mail e hospedagem de sites.
  • Privada: nesse caso, os dados ficam armazenados em um servidor interno, exigindo maior investimento em infraestrutura de hardware, o que gera custos mais elevados. Por ser mais dispendioso, conseguir lidar com um grande volume de dados e oferecer mais segurança, é muito usada por organizações em expansão.
  • Híbrida: esse tipo mescla os dois modelos acima, podendo a empresa alocar dados mais sigilosos na nuvem privada, e os demais serviços e informações na nuvem pública. Desse modo, há troca de dados entre ambas as nuvens. No geral, são mais caras, inviabilizando o uso para pequenas e médias empresas, e podem apresentar riscos aos dados privados no momento da troca de informações entre os servidores, exigindo mais atenção com recursos de proteção.

Essas são informações que muitos gestores desconhecem ao implantar um serviço em nuvem para suas empresas. Escolher um modelo inadequado ao seu tipo de negócio e às necessidades da empresa pode significar gastos desnecessários de recursos ou mau funcionamento dos serviços, caso o servidor não atenda a demanda.

Portanto, antes de decidir qual modelo adotar, analise as características de cada um, os custos envolvidos e as reais necessidades da empresa para verificar qual mais se adequa aos seus objetivos.

Descuido com a segurança

Usar serviços em plataformas de cloud computing não transfere para o provedor a responsabilidade sobre os dados dos seus clientes. Embora ele deva responder por eventuais falhas no sistema, os seus usuários ainda demandarão da sua empresa com relação ao modo como ela administra as informações confidenciais.

Além disso, apesar de os serviços em nuvem serem bem seguros e contarem com recursosde segurança avançados e atualizados, nenhum sistema é imune a falhas.

Por isso, é vital estabelecer diretrizes rígidas de segurança e lançar mão de recursos eficazes para evitar o vazamento de informações privadas. Essas medidas começam na própria migração dos dados para a nuvem ao determinar quais elementos serão alocados na cloud, equilibrando os riscos e benefícios.

Ao realizar o planejamento da implantação dos serviços em nuvem, analise as necessidades da sua empresa em termos de segurança e os serviços e políticas de proteção ofertados pelos provedores. Para guiar essa análise, considere os seguintes princípios da segurança da informação:

  • Integridade: que recursos são usados para evitar a invasão de hackers e outras pessoas mal-intencionadas?
  • Acesso de usuários: que garantias existem de que os dados não serão acessados por pessoas não autorizadas?
  • Viabilidade: em caso de mudança da empresa fornecedora, ou mesmo falência desse provedor, qual a viabilidade da recuperação dos dados?
  • Localização: em que lugar geográfico os dados são armazenados? Estão fora do país? Obedecem à legislação vigente?
  • Segregação dos dados: como os dados dos clientes são divididos em ambientes compartilhados, como a nuvem pública?
  • Recuperação dos dados: em caso de acidentes e outros problemas graves, como os dados podem ser recuperados?
  • Apoio à auditoria e investigação: como proceder em auditorias e investigações de irregularidades?

Certifique-se de que tais procedimentos estejam firmados no contrato de prestação de serviços.

Falta de investimento na própria infraestrutura de TI

Existem reduções reais de custos quando serviços em nuvem são adotados na empresa, em especial na compra de componentes de hardware. Mas isso não significa que investimentos em infraestrutura são totalmente desnecessários.

O bom funcionamento dos serviços em nuvem requer uma rede estável, e — dependendo dos serviços e porte da empresa — a conexão precisa ser potente o suficiente para suportar a demanda. Isso poderá exigir certo investimento para aprimorar a capacidade de tráfego de dados da empresa.

Leve em conta ainda que, embora muito raros, podem ocorrer erros no provedor, comprometendo o andamento dos processos. Sendo assim, é importante que o projeto de infraestrutura interna esteja preparado para essas situações. Afinal, a empresa não pode parar em razão de problemas oriundos de terceiros.

Ausência de monitoramento da infraestrutura da nuvem

É possível que os gestores fiquem desatentos quanto ao monitoramento por concluir que essa tarefa deva ser realizada pelo provedor dos serviços de cloud computing. Isso é um grande erro, uma vez que o monitoramento constante permitirá aos gestores avaliar se a infraestrutura de nuvem está conseguindo atender à demanda da empresa; e ajudará a equipe a perceber prontamente falhas no fornecimento dos serviços para que medidas sejam tomadas antes de resultar em prejuízos maiores.

Os indicadores de SLA (Service Level Agreement) podem servir de base para esse monitoramento. O SLA nada mais é do que um acordo que define as responsabilidades do fornecedor dos serviços, como escalabilidade, disponibilidade, prazos, garantias de desempenho, notificação de falhas, entre outros. Eles servirão como indicadores de desempenho para monitorar e avaliar o serviço.

Treinamento insuficiente

Os sistemas em nuvem trazem mais produtividade, mas dependem de pessoas capacitadas para operá-los de forma eficiente. O treinamento adequado às equipes da empresa contribuirá para um trabalho de maior qualidade, redução de falhas e aproveitamento máximo do sistema.

Agora que você está ciente dos erros que devem ser evitados na adoção de serviços em cloud computing, conheça mais sobre os benefícios de gerenciar seus negócios por meio da nuvem, no post Gestão na nuvem: conheça as vantagens e saiba por que as empresas estão adotando este serviço!

 

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cloud, Cloud Computing, computação em nuvem, Mobilidade, Nuvem


Marcos Leite

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