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Entenda o que é o ciclo de vida do produto e como otimizar seu processo!

O ciclo de vida do produto tem uma história que começa desde o lançamento até o seu declínio — salvo alguns objetos raros, que perduram para sempre no mercado, a exemplo do martelo e outros utensílios. A máquina fotográfica analógica é um exemplo clássico de vida e morte desse ciclo.

Durante muito tempo, o usuário precisou comprar um rolo de filme para fotografar. Limitado pela quantidade de cliques, o filme acabava e era encaminhado para o processo de revelação das fotografias. Logo, vieram as câmeras digitais e esses produtos ficaram obsoletos.

Fato semelhante aconteceu com a vitrola e o disco de vinil, que foram substituídos pelos aparelhos de CDs — que em seguida foram trocados por entradas USB e músicas em formato mp3. Sabe o que pode acontecer quando um produto é considerado muito bom e, aos poucos, é abandonado pela demanda até a oferta desaparecer por completo?

Ele se torna peça rara, um produto que remete ao vintage, à moda retrô. Quando o empreendedor identifica essa nova oportunidade de negócio, o produto renasce das cinzas, mas com nova estratégia e com um público mais restrito.

É o caso do disco de vinil e, mais recentemente, a fita K-7, que também voltou a ser produzido em pequena escala. Vamos entender mais sobre ciclo de vida do produto? Veja o material que preparei para você!

O que é ciclo de vida do produto?

O conceito de ciclo de vida parte do princípio de que grande parte dos produtos que colocamos à disposição do consumidor passa por estágios: introdução, crescimento, maturidade e declínio.

Cada fase apresenta desafios específicos de gestão e marketing e esses desafios necessitam de estratégias certeiras para assegurar a longevidade do produto no mercado pelo maior tempo possível. A ideia é maximizar os lucros e evitar prejuízos. Ainda que a extinção seja inevitável, é preciso saber como retirar o produto do mercado sem sofrer consequências.

A existência do ciclo de vida do produto se deve a diversos fatores:

  • mudança no comportamento ou necessidade do consumidor;
  • lançamento de outro objeto melhor ou mais prático;
  • marketing mal trabalhado ou ineficaz;
  • valor não percebido ou funcionalidades obsoletas, entre vários outros motivos.

Quais são os estágios do ciclo de vida do produto?

Os estágios são gerais, amplos e podem ser aplicados em qualquer categoria de produto, seja de alimentação, seja de saúde, vestuário, material de construção, cosméticos, eletrônicos, entre outros. Isso significa que você aproveitar esse conhecimento, independente de seu ramo.

Introdução

Essa fase acontece desde o lançamento do produto até o momento em que as vendas começam a crescer. A produção ainda é pequena e requer investimentos em tecnologia, marketing, publicidade, embalagem e distribuição. Nesse período, há pouca ou nenhuma concorrência.

Dicas para o estágio de introdução

Para executar a introdução de um produto, você deverá levar em consideração diversas questões, como:

  • estudar as necessidades do consumidor;
  • decidir a melhor maneira de produzir;
  • atrair clientes;
  • adotar a melhor estratégia para escalar as vendas;
  • educar o mercado;
  • escolher os canais de distribuição;
  • trabalhar marketing e publicidade.

O preço, geralmente, é alto para recuperar os custos de produção. No entanto, você poderá adotar como estratégia um preço mais acessível, se o seu objetivo for construir uma demanda de forma rápida.

Crescimento

Aqui, uma parcela do consumidor já tomou conhecimento do produto e enxergou nele algum valor. As vendas começam a aumentar e os lucros favorecem a produção em escala. Consequentemente, começam a surgir os primeiros concorrentes.

Dicas para o estágio de crescimento

O período de crescimento é favorável para aumentar o valor do produto e a preferência pela marca. Também, ampliar o número de canais de venda para atender à demanda crescente e investir em diferenciação para não perder a fatia de mercado, que já batalhou para conquistar na fase da introdução.

Maturidade

A etapa da maturidade é caracterizada pelo ápice das vendas e, ao mesmo tempo, a fase em que o produto, o lucro e a concorrência começam a se estabilizar ou diminuir gradativamente. Por isso, é preciso investir para se diferenciar e preservar o lucro, pois os concorrentes costumam fazer uma guerra de preços.

Dicas para o estágio de maturidade

Sem sombra de dúvidas, o maior desafio desse estágio é a concorrência. O que você deve fazer para se destacar no meio de muitos é oferecer um atendimento de excelência.

Isso envolve cada detalhe: ter uma equipe preparada para ser uma espécie de amigo do consumidor, servir e encantar as pessoas, oferecer valor além do preço, criar um diferencial próprio, entre outros.

Declínio

As vendas começam a cair e entram no estágio de declínio. O produto se torna obsoleto e pode ser rapidamente substituído pelo concorrente mais criativo.

O início dessa fase marca o momento em que a empresa deve se organizar no sentido de avaliar como e quando retirar o produto do mercado sem sofrer perdas.

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Dicas para o estágio de declínio

É preciso avaliar por quais motivos o produto entrou em declínio. Uma razão banal pode significar que é possível reverter a situação por meio de uma boa estratégia de marketing.

Caso o motivo seja o lançamento de mercadorias mais modernas similares à sua, é necessário avaliar se existe a possibilidade de trabalhar alguma vantagem sobre o concorrente — ou aceitar a morte natural do seu produto.

Segundo Philip Kotler, especialista em marketing, nem todos os produtos seguem a trajetória completa do ciclo de vida. Isso acontece porque alguns definham antes mesmo de chegar à maturidade, em consequência de falhas na gestão.

Por outro lado, outros podem passar rapidamente do estágio da introdução para a maturidade, se a estratégia de marketing for bem trabalhada e conseguir uma boa aceitação no mercado.

Por que é importante entender o ciclo de vida do produto?

O objetivo principal do ciclo de vida de um produto é fornecer as ferramentas necessárias para que o administrador — a partir dos resultados empresariais observados — defina melhores estratégias para desenvolver o negócio. Esse ciclo pode ser aproveitado por diferentes áreas da organização.

No setor de marketing, por exemplo, os gestores saberão quanto se deve investir em propaganda para divulgar o lançamento de um produto. Além disso, que medidas tomar depois, como torná-lo mais atrativo ao público, entre outras questões.

Outro exemplo é a área de vendas. O time saberá de forma exata os preços que devem ser praticados, quais técnicas são mais eficazes para aumentar as vendas, quais produtos vendem mais em épocas de alta ou baixa do mercado etc.

Quando o ciclo de vida do produto é ignorado, a empresa poderá tomar medidas prejudiciais para o negócio. Também, fazer marketing indevido, realizar investimentos desvantajosos e outras ações que geram resultados negativos.

Mas quando o gestor investe no assunto, ele consegue estabelecer a estratégia mais adequada para cada produto. Assim, pode extrair o máximo de seu potencial, maximizando a competitividade da empresa no mercado.

Quais são exemplos de ciclos de vida de produtos?

Neste tópico, trazemos exemplos de como funcionaram alguns estágios dos ciclos de vida de marcas que, hoje, são líderes de seus respectivos mercados.

Coca-Cola

A avaliação do ciclo de vida surgiu na década de 70, graças à Coca-Cola. Essa empresa contratou um estudo da Midwest Research Institute (MRI) para saber quais embalagens de refrigerante tinham melhor desempenho na preservação dos recursos naturais.

Com base nesse estudo, a Coca-Cola conseguiu diminuir os itens tóxicos e a produção de resíduos, minimizar o uso de água, energia e os custos de forma geral. A empresa também realiza grandes estratégias de marketing e tem investido na diversidade dos produtos.

O objetivo, com isso, é atrair diferentes públicos. Isso permite que a marca se reposicione constantemente para o estágio de crescimento e nunca entre no estágio de declínio.

Havaianas

A Havaianas se inspirou nas sandálias japonesas chamadas Zori, que eram feitas de palha de arroz ou madeira, para criar suas próprias sandálias. Os diferenciais do produto são o fato de ele ser de borracha, nacional, durável e mais confortável. Ele foi lançado em 1962 e, em menos de um ano, já eram fabricados mais de mil pares por dia.

Com o tempo, surgiram concorrentes que faziam imitações, mas elas não tinham a mesma qualidade dos produtos originais. Por isso, não conseguiram competir com a Havaianas.

Durante quase 30 anos, as sandálias eram majoritariamente vendidas em bairros de classe baixa. Depois do ano de 2000, as Havaianas passaram a ser vendidas no exterior. A manutenção da qualidade faz com que a marca não tenha concorrentes interna e externamente, evitando o declínio.

Como a tecnologia relaciona o ciclo de vida do produto e a estratégia de vendas?

Para aproveitar os dados obtidos ao acompanhar o ciclo de vida dos seus produtos, é preciso utilizar um sistema de gestão empresarial — conhecido como ERP — que armazene todas as informações sobre as vendas e comportamento dos clientes. Também, que gere relatórios de gestão automaticamente.

Com um histórico de vendas, por exemplo, você pode identificar quando as etapas se iniciam e tomar medidas para aproveitar o momento ou reposicionar sua marca. Ressalta-se que é importante usar um software completo que, em uma solução única, ofereça gestão automatizada para o setor de vendas, relacionamento dos clientes, compras, estoque, produção e financeiro.

Fazer com que o ciclo de vida do produto atravesse a fase da maturidade dentro de um crescimento lento e duradouro pode ser uma boa oportunidade para potencializar as vendas. Para isso, é preciso investir em uma gestão inovadora, capaz de identificar as necessidades de cada estágio, focar as ações de um marketing forte, estruturado e automatizado.

Gostou de aprender sobre o ciclo de vida do produto? Quer saber por que é tão importante usar a tecnologia para controlar melhor seus produtos? Leia o artigo que explica a relevância das ferramentas de gestão nas empresas!

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Marcos Leite

Cofundador da Artsoft, Head de Marketing & Vendas e Diretor da área de Projetos de implementação dos Sistemas de Gestão ERP.

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