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Em busca de um novo e efetivo agente de crescimento, muitos empresários se interessam pelo Business Intelligence (BI) e procuram conhecer melhor a ferramenta. Porém, nem sempre o gestor sabe se o seu negócio possui o que é necessário para a implantação do BI.

A adoção do sistema depende de pessoas, processos e outros recursos para que obtenha sucesso e faça a diferença no planejamento estratégico da empresa. Saiba, no post de hoje, se a sua organização está preparada para essa solução ou o que precisa fazer para contar com o BI. Confira!

 


Sua empresa possui um planejamento estratégico?

Como ferramenta de apoio a gestores e à tomada de decisões, o sistema de inteligência de negócios auxilia diretamente o planejamento estratégico, aperfeiçoando planos em execução e adequando ações previstas.

Assim, é fundamental que o empreendimento tenha esse planejamento documentado para que os insights e diagnósticos fornecidos pela plataforma sejam bem empregados. Caso contrário, boas respostas para processos internos ou externos podem acabar sendo mal geridas ou utilizadas.

O negócio tem metas estabelecidas?

Além de ações planejadas e modelo de atuação, números também são essenciais para o encaixe do Business Intelligence de forma eficiente no negócio. Por isso, metas definidas e um histórico delas são necessários já para um início da mineração de dados e da definição de métricas.

Alguém se dedicará ao projeto internamente?

Mesmo que o gestor contrate uma boa empresa para a implementação e para o acompanhamento do projeto de crescimento com BI, a figura interna ainda será importante. Só quem vive o cotidiano da empresa tem acesso a situações e dados abrangentes e importantes, que podem nunca chegar ao responsável externo pela plataforma.

Assim, dedique-se ao processo ou prepare algum funcionário da sua empresa para isso, exclusiva e permanentemente. Dessa maneira os resultados serão, certamente, melhores e mais rápidos.

Seus departamentos e os dados deles estão alinhados?

Com ou sem a implantação da ferramenta, não promover o compartilhamento de informações e não alinhar setores é sempre contraproducente. Fatores como falta de dados ou demora na passagem deles, não otimização da comunicação e não linearidade de processos desperdiçam tempo e dinheiro.

Para a introdução da plataforma, o trabalho e as informações de diferentes áreas do negócio precisamser cooperativase estar alinhadas, pois o desempenho ruim de um time pode afetar o outro. Nisso, uma análise de dados não integrada apenas mostraria um diagnóstico negativo — não revelaria a causa e não daria a solução de fato, o resultado real.

Sua empresa possui históricos?

É claro que o BI pode extrair informações e, a partir daí, iniciar as análises e fornecer números. Porém, o processo é otimizado quando há registros anteriores para avaliação e relacionamento de informações.

Você pode até não ter pareceres ou verdadeiros relatórios gerenciais, mas sempre é possível obter algum nível de informação pré-implantação — ainda que somente referente a fatores internos.

Seu negócio tem infraestrutura para a plataforma?

Agora falaremos de aspectos técnicos e físicos da ferramenta, os itens que gastam espaço, custam dinheiro para compra e instalação e dão alicerce para que o software funcione. São os hardwares que permitem a extração, a análise e a integração de informações  além da geração de respostas de forma rápida e eficaz, inclusive em tempo real.

Também podemos incluir aqui o responsável  ou a equipe de profissionais responsáveis  que garante a potência e a eficácia de hardwares e softwares.

Você está disposto a mudar seu modelo de gestão?

Ainda que você seja um gestor que não se baseia na intuição e nos acontecimentos apenas próximos — mantendo um planejamento estratégico minuciosamente executado —, você terá de adequar a forma como gerencia a empresa em função do apoio via Business Intelligence.

Por exemplo, se a plataforma revelar uma tendência de mercado que não dará espaço ao seu produto mais lucrativo e de fácil operação, você precisará deixá-lo de lado para investir na mercadoria ou no serviço que gerará resultados de fato. E mais do que isso, terá de confiar nos diagnósticos e números vindos da ferramenta — o que pode ser o mais difícil para todos os empresários: não questionar a autonomia da solução.

Além disso, seu modelo de gestão já consolidado (e que levou o seu negócio a crescer) pode se revelar aperfeiçoável em análises do BI. Então, precisará haver disposição para ceder e fazer uma mudança dessa relevância na cultura de tomada de decisões do negócio.

Seus indicadores de performance estão definidos?

Não há como saber se as metas são atingidas, se a sua empresa está crescendo e se o projeto de BI está fornecendo gráficos úteis sem que haja KPIs (Key Performance Indicators — “indicadores-chave de performance”).

Mesmo que seja possível perceber progresso e melhorias sem os indicadores de desempenho, estabelecê-los e acompanhá-los possibilita mais exatidão e rapidez para gestão e planejamento claros e facilitados.

Seus KPIs escolhidos são os corretos?

Não basta ter chaves de performance determinadas se você não sabe quais podem ser ignoradas e quais realmente são importantes. Mensurar tudo o que pode ser medido é contraproducente para o gerenciamento e não gera mais ou melhores respostas.

Acompanhar os números errados causa perda de diagnósticos importantes e de oportunidades de aperfeiçoamento no projeto de BI e na organização, operacionalmente.

Sua organização suporta um grande cronograma de implantação?

Implementar a solução leva alguns meses, podendo chegar até a metade de um ano. E isso envolve profissionais de TI, instalação de hardwares e softwares, migração e extração de dados, validação de informações, testes e treinamentos para você e seus funcionários.

Alguns pré-requisitos para a implantação até podem ser adquiridos ou ter resolução em meio ao projeto. No entanto, esta estratégia exige preparo, pois adotar o sistema mexe diretamente e de forma relevante no dia a dia do negócio, em sua estrutura e até na aplicação dos recursos humanos e financeiros.

O bom planejamento do projeto de Business Intelligence tem importância decisiva para facilitação e redução de custos na introdução da ferramenta e também no trabalho de mineração e análise de dados e seus resultados durante a execução. Pois qualquer erro ou ponto fraco deixado na plataforma  em algum de seus itens ou nas pessoas envolvidas  tem potencial para limitar a eficiência do processo.

E então? Depois de conhecer esses detalhes, você acha que seu negócio está pronto para contar com esse agente estratégico de crescimento? Compartilhe suas percepções ou deixe sua dúvida nos comentários!

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varejo43

 À medida que o tempo passa, a tecnologia avança no sentido de otimizar as tarefas do dia-a-dia. Nesse aspecto, as operações bancárias têm passado por inúmeras inovações  e uma delas é a que se refere justamente aos meios de pagamentos eletrônicos.

Atualmente as transações com cartões de débito/crédito deixaram de ser um diferencial no varejo para tornar-se requisito imprescindível, e gerenciar o controle das vendas tem se tornado um grande desafio para os gestores.

Pensando em facilitar esse processo, a Artsoft Sistemas buscou uma parceria com a NTK Solutions, empresa pioneira no Brasil em transferência eletrônica de fundos (TEF) para oferecer aos nossos clientes a solução Pay&Go e PayReport.

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iStock 000003188989Medium 1Da máquina de escrever ao computador, do telefone fixo aos smartphones. Contar a história das gerações X e Y também é falar sobre as inovações tecnológicas. É perfeitamente possível assimilarmos a agilidade trazida por essas novas ferramentas e o comportamento desses dois grupos. A geração X é como um livro, possui conteúdo; a geração Y, por outro lado, poderia ser representada pelas mídias sociais, mais dinâmicas e ágeis.

Para o gestor de negócios, lidar com os diferentes perfis de profissionais é uma tarefa difícil, principalmente se considerarmos a geração Y, que possui uma série de novas demandas. Para esses profissionais, a agilidade é tudo, por isso, esperam uma rápida ascensão profissional nas empresas onde trabalham. Além disso, o próprio relacionamento com o ambiente de trabalho mudou, e eles esperam mais qualidade de vida.

São inúmeras as novas exigências e a mudança de comportamento é notável, por isso, resolvemos trazer algumas dicas de gestão empresarial para você lidar melhor com essa geração. Confira a seguir:

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negocios24

“A vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida.” A frase dita pelo escritor, poeta e dramaturgo britânico Oscar Wilde já aponta que os artistas têm muito a nos ensinar. O trabalho dessas pessoas — que vai da pintura ao cinema — têm verdadeiras lições que podem ser usadas no dia a dia, incluindo o universo empresarial.

E essa é exatamente a ideia do post de hoje. A seguir, disponibilizamos uma lista com 5 filmes motivacionais que podem ajudar você, empreendedor, a driblar a crise no seu negócio. Ficou curioso? Então continue com a leitura:

 

 

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Mark-up ou margem? Saiba a diferença e acerte na precificação!

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Utilizar a ferramenta de orçamento base zero (OBZ) para reduzir custos, principalmente em contextos de crise, pode ser uma excelente estratégia para empresas que querem se tornar mais competitivas no mercado. Afinal, em momentos de turbulências no cenário econômico, as organizações geralmente fazem reformulações em vários aspectos da gestão do negócio para corrigir rotas. Nesse processo, o orçamento base zero pode ser um caminho adotado para retomar o crescimento no curto prazo.

Confira, a seguir, o que é o OBZ e como ele pode reduzir custos da empresa.

O que é o orçamento base zero?

Durante o planejamento financeiro, as organizações fazem um orçamento, que é uma previsão das receitas e das despesas para um determinado exercício, geralmente de 1 ano.

No orçamento convencional, as empresas costumam apenas considerar variações entre um ano e outro, para fazer aumentos ou reduções, por exemplo, conforme alguns indicadores. Logo, nesse caso o orçamento é baseado em anos anteriores.

Já no orçamento de base zero não há comparação com o passado. Portanto, o OBZ é uma ferramenta de gestão de custos que requer uma reavaliação de todas as atividades da empresa, inclusive, para julgar se as iniciativas são necessárias ou não.

Como o OBZ contribui para reduzir custos?

O orçamento base zero demanda um raio X de toda a atuação do negócio para que haja eliminação de desperdícios e, portanto, maior eficiência nos processos produtivos. Com o OBZ, os gestores não terão que fundamentar apenas as variações no orçamento, sejam positivas ou negativas, mas, sim, a destinação do recurso como um todo.

Logo, no orçamento base zero, é necessário justificar a existência de cada tipo de atividade. Dessa maneira, a empresa pode fazer uma alocação de recursos de forma otimizada para reduzir custos. Afinal, o OBZ pressupõe uma escala de prioridade na aprovação das destinações orçamentárias. Nesse caso, a proposta é que a organização só aprove o que realmente agregue valor ao negócio.

Quando e como elaborar um OBZ?

As empresas geralmente utilizam o orçamento base zero para reduzir custos em momentos de crise. Vale destacar que essa ferramenta não faz parte somente do setor privado.

Há propostas no cenário político para que o governo federal também use o OBZ, já que grande parte do orçamento público atual é vinculado a gastos previstos na Constituição, o que contribui para o déficit das contas públicas ao engessar a gestão.

No caso das empresas, mesmo que não haja obrigações de gastos por lei, podem ocorrer distorções de custos entre um ano e outro, principalmente se não há um controle efetivo dos gastos.

Para que dê certo e traga resultados positivos para a organização no curto prazo, o OBZ deve ser precedido de um intenso planejamento e de uma completa revisão das atividades da empresa.

Sem dúvida, esse trabalho requer sinceridade e comprometimento de todos os gestores do negócio. Afinal, primeiramente é necessário definir o que é de fato fundamental para a sobrevivência da empresa, ou seja, aquilo que é preciso para prover as necessidades básicas. Só depois são aprovados gastos importantes, mas não essenciais.

Para reduzir custos, a empresa deve dispor de um maior nível de detalhamento das informações sobre cada destinação do orçamento. Nessa tarefa, é indispensável o uso desoftwares de gestão para tornar o trabalho mais ágil, mensurável e confiável.

Ao reduzir custos com o orçamento base zero, a empresa pode aumentar a margem de lucro, sem comprometer a sustentabilidade do negócio. Com isso, torna-se mais competitiva no mercado, além de ficar mais forte para resistir a crise econômica.

A sua empresa já usou alguma vez o orçamento base zero para reduzir custos? Como foi essa experiência? Conte para a gente nos comentários.

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O sonho de todo empreendedor é ver o seu negócio prosperar continuamente. E, por isso, muitos gestores adotam práticas sem levar em consideração qualquer tipo de parâmetro de análise para aplicação no próprio negócio — uma prática que pode ser facilmente comparada aos dizeres do provérbio “a grama do vizinho é sempre mais verde”.

Ainda bem que o benchmarking vem se tornando cada vem mais conhecido no dia a dia das empresas. Esse termo equivale a uma avaliação comparativa na gestão, buscando as melhores práticas do mercado para se sobrepor frente a concorrência.

Mas o que é benchmarking, como ele é utilizado pelas empresas e qual sua importância no crescimento dos negócios? Descubra a resposta para essas perguntas em nosso post de hoje:

O que é benchmarking

Muito além do que um conceito da moda, o benchmarking é uma ferramenta que auxilia empresas a aumentarem sua eficiência produtiva. Ele encoraja a superarem suas limitações e a buscarem estratégias de mercado que aumentam a sua competitividade. Em uma tradução livre, benchmarking significa “ponto de referência”.

Tecnicamente, define-se benchmarking como um processo contínuo de pesquisa para comparar produtos, serviços e práticas empresariais dos concorrentes. Isso não significa copiar o que a concorrência está fazendo, mas, sim, enxergar as melhores atividades do mercado e adequá-las às peculiaridades do próprio negócio.

Os tipos de benchmarking

  • Benchmarking interno: as melhores práticas são buscadas dentro da própria empresa, através de filiais, matrizes, departamentos que desenvolvem metodologias e estratégias inovadoras, centros etc.;
  • Benchmarking competitivo: nesse formato, o foco passa a ser a análise das práticas da concorrência, não como forma de copiá-las, mas, sim, de superá-las;
  • Benchmarking funcional: nesse formato, é comparado o formato de trabalho entre as empresas, ainda que sejam organizações de segmentos diferentes;
  • Benchmarking de cooperação: nesse caso ocorre uma parceria, um compartilhamento de informações — não necessariamente de todo o processo, mas algumas empresas escolhem trocar aprendizados com outras.

A implantação e a implementação

O processo de implementação do benchmarking, apesar de parecer simples, exige uma estruturação de passos para que seja efetivamente alcançado. Nesse processo, existe um controle constante desde sua implantação (plano de aplicação) até sua efetiva implementação (ação para aplicação), seguindo:

  • Identificação das premissas para a realização do benchmarking;
    • Estabelecer o objetivo do benchmarking;
    • Definir do processo;
    • Considerar a finalidade;
    • Definir os limites do benchmarking;
    • Planejar sobre o que acontecerá durante todo o processo;
    • Elaborar um fluxograma.
  • Determinar o que medir;
    • Analisar o fluxograma;
    • Estabelecer critérios de medição;
    • Verificar se o que foi definido para a medição está de acordo com os objetivos da empresa.
  • Determinar com o que se comparar;
    • Determinar o tipo de benchmarking;
    • Determinar o responsável pela execução.
  • Reunir os dados;
    • Organizar os dados;
    • Determinar a técnica de organização e controle dos dados.
  • Analisar os dados;
    • Separar e organizar os dados quantitativos.
    • Iniciar a análise qualitativa.
  • Definir os objetivos de performance;
  • Determinar os planos de ação;
  • Monitorar o processo;
    • Acompanhar as mudanças.
  • Tornar o benchmarking uma prática constante e contínua.

Os benefícios do benchmarking

A função principal em se utilizar os processos de benchmarking é buscar as oportunidades de melhorias da empresa por meio do conhecimento do mercado, superando-o. Para além disso, o benchmarking proporciona:

  • Que a empresa reconheça seus processos internos;
  • Promova o conhecimento do meio empresarial competitivo;
  • Processo de mudança e contínua melhoria em relação a concorrência.

E então, gostou de saber o que é benchmarking e quais são os benefícios dessa prática? Então deixe um comentário!

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Hoje, os sistemas de informação são indispensáveis para qualquer tipo de negócio, não importa o quão recente e pequeno ele seja. E não é segredo: pesquisas apontam que a produtividade aumenta em até 4 vezes com investimentos em TI. Além de ser capaz de fornecer dados importantíssimos, é o que facilita a redução de custos, aumento da produtividade e garante uma estrutura mais moderna de negócios.

Um desses sistemas é o Business Intelligence (BI), capaz de automatizar e facilitar boa parte dos processos de sua empresa e, principalmente, de fazer da tomada de decisões algo mais fácil. Mas como?

Ele coleta dados de diversas fontes e, no final, os transforma em informações valiosas para quem está nos cargos mais altos. O que o BI realmente faz é basear qualquer estratégia ou decisão em números e dados, minimizando as chances de algo dar errado em vez de deixar essa decisão para o próprio feelingdo empreendedor. Você terá, no final, gráficos, planilhas e relatórios com dados reais que direcionarão a sua decisão final.

Ainda não entendeu? Nós te explicamos. Confira alguns motivos pelos quais a tomada de decisões feita com o auxílio do Business Intelligence é indispensável:

A tomada de decisões se torna mais ágil

Embora a análise de dados seja fundamental, se feita de maneira lenta, ela pode acabar resultando no efeito contrário, trazendo um impacto negativo no negócio. O BI é a ferramenta que vai garantir a análise rápida e certeira dos dados, armazenando-os em um data warehouse, a fonte de dados da empresa.

É ágil principalmente por 2 motivos

  • Primeiramente, vai garantir que a análise fique pronta na hora determinada;

  • Ele também armazena as informações coletadas de maneira que elas possam ser consultadas e, inclusive, servir para uma análise posterior.

O seu negócio ganha um direcionamento mais claro

Uma das consequências de ter em mãos um grande número de dados é ter em mãos as estratégias e medidas que devem ser tomadas para que o negócio consiga superar possíveis obstáculos e tenha um direcionamento.

Você poderá identificar deficiências em cada área ou departamento de sua empresa e saberá como e onde agir.

O futuro do seu empreendimento fica menos incerto

Decidir alguns aspectos que podem determinar o futuro da sua empresa sem se basear em algumas informações pode ser um pouco amedrontador — afinal, como saber se isso comprometerá ou ajudará sua empresa?

Outra vantagem do BI nesse momento é também apontar onde você deverá agir. Claro, o seu feeling não vai desaparecer por completo, você somente terá informações mais seguras, que vão garantir a melhor tomada de decisão.

Uma tomada de decisões mais rápida, direcionamentos mais claros e um futuro mais certo para o empreendimento. Esses 3 motivos são mais do que suficientes para mostrar como o BI é fundamental para gestores de microempresas, certo?

Agora conte para a gente: você já possui a sua inteligência de mercado? Como você acha que o Business Intelligence pode ajudar o seu empreendimento? Conte para nós o que você acha sobre esse assunto. Deixe um comentário!

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Um Sistema ERP é um sistema de coleta de dados altamente relevantes e que servem para que a empresa planeje como será a sua alocação de recursos. Embora seja muito utilizado por empresas do tipo B2C, esse sistema também pode fazer parte da realidade de empresas B2B, garantindo resultados positivos importantes para qualquer negócio que deseja se tornar mais lucrativo. Veja quais são as suas vantagens do ERP para B2B!

 

Fornece um fluxo de informações relevantes

Assim como acontece com qualquer empresa, o ERP fornece um fluxo de informações altamente relevantes para o negócio e de maneira integrada para a empresa B2B.

Com isso, a empresa precisa se preocupar menos com a aquisição de dados, já que ela acontece de maneira automática. Além disso, o fluxo de informações é altamente confiável, fazendo com que elas possam fazer parte da cultura organizacional.

Facilita a gestão de processos

Com o ERP integrado à plataforma B2B, é muito mais fácil gerir os processos até mesmo devido à quantidade e relevância das informações geradas. Com isso, é fundamental que uma empresa B2B use um ERP para que ela possua mais controle sobre a gestão dos processos, além de torná-la otimizada. Com uma gestãofacilitada, inclusive, é possível simplificar processos.

Melhora a tomada de decisão

A facilidade do cruzamento de dados fornece dados que são conseguidos indiretamente e que permitem uma análise importante sobre quais devem ser os próximos passos da empresa, por exemplo. Com isso, a tomada de decisão passa a ser apoiada por um alicerce constituído de informações importantes e que realmente refletem as possibilidades futuras.

Garante uma contabilidade mais eficiente

Como os dados são adquiridos e analisados de maneira automática, a contabilidade acaba sendo mais eficiente por dois motivos: o primeiro é que ela é feita de maneira mais rápida e o segundo é que ela tem menos chances de possuir erros. Com isso, ao usar um ERP a empresa B2B passa a ter uma contabilidade muito mais otimizada e que está de acordo com todas as necessidades legais e organizacionais.

Permite maior controle financeiro

Os dados do ERP também garantem que a empresa B2B tenha mais controle financeiro sobre seus processos e operações em geral, garantindo que seja possível fazer uma gestão de custos muito mais eficiente. Dessa forma, a empresa passa a experimentar uma redução nos custos e, principalmente, nos desperdícios de recursos.

Aumenta a eficiência

No lugar de ter diferentes planilhas isoladas com informações complexas, o ERP permite que a empresa B2B tenha o máximo de integração de informações, aumentando a sua eficiência. Com isso, é necessário menos tempo para a aquisição, conferência e análise de dados, permitindo que a empresa foque em sua atividade-fim com muito mais precisão.

Sendo mais eficiente, a empresa também é mais produtiva e gasta menos recursos, como tempo e dinheiro, para fornecer os mesmos resultados.

A utilização de ERP é fundamental também para empresas B2B, já que essa integração garante uma tomada de decisão melhor, assim como a gestão de processos. Outros fatores positivamente impactados pelo uso do ERP incluem a contabilidade, o setor financeiro e o posicionamento da empresa em geral.

Conte para nós: o que você achou das vantagens do ERP para B2B? Deixe um comentário.

 

 

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A Matriz GUT (Gravidade, Urgência e Tendência) é uma ferramenta empresarial de qualidade utilizada para auxiliar na solução de problemas e definir prioridades de acordo com cada ação. A técnica foi apresentada por Charles Kepner e Benjamin Tregoe, onde o objetivo principal era criar uma orientação para as decisões mais estratégicas e complexas, que envolvessem muitas variáveis.

Continue lendo este post da Priority Partners, em parceria com a Artsoft Sistemas, e saiba a importância da Matriz GUT para o seu negócio:

 

Como no Diagrama de Ishikawa, os problemas são separados ou individualizados e após isso, há uma priorização das ações a serem tomadas, sempre levando em consideração as 3 variáveis GUT:

GRAVIDADE

Representa o impacto e as consequências dos problemas a curto, médio e longo prazo. A análise leva em conta diversos fatores, que podem incluir: atividades, processos, recursos humanos, entre outros. Em outras palavras, é o “tamanho do incêndio” a ser apagado, termo muito utilizado no meio empresarial.

 

URGÊNCIA

Representa o prazo e o tempo disponível para resolver o problema. Em uma relação direta, quanto maior a urgência, menor será o tempo disponível para resolver o problema. Em outras palavras, é o conhecido “senso de urgência”.

 

TENDÊNCIA

Representa quanto o problema poderá crescer com o passar do tempo. Basicamente é a estimativa da tendência de crescimento, redução ou desaparecimento do problema.

 

Na prática é preciso seguir aos seguintes passos:

  • Listar os problemas a serem tratados;
  • Classificar os mesmos em relação aos itens GUT, em reunião e por consenso geral dos participantes;
  • Multiplicar os valores de cada item G x U x T;
  • Ordenar decrescentemente os problemas de acordo com o valor G x U x T.
  • Tomar decisões e agir.

Para classificar os itens GUT, a regra básica é esta:

GUT1

Vamos dar um exemplo de problemas oriundos do setor financeiro da empresa Z:

GUT2

De acordo com a tabela acima, os problemas já estão classificados para que sejam atacados nesta ordem. E assim pode ser feito para os demais setores da empresa. Assim como as demais ferramentas de controle, não estamos falando de nenhuma ideia mirabolante ou fora da caixa. A questão é a forma como as informações são apresentadas e assim facilitam a leitura e entendimento dos envolvidos e podem  acelerar o processo de solução dos problemas. Esta ferramenta pode ser utilizada em conjunto com o Diagrama de Pareto (80/20), com atribuição de peso a cada um dos problemas e assim eles podem ser reclassificados em uma curva ABC.

 

Em suma, a Matriz GUT nos ajuda a responder 3 simples questões em relação à uma lista de problemas:

  1. O que devemos fazer em primeiro lugar?
  2. Por que devemos fazer?
  3. Por onde devemos começar?

 

Pronto para agir?

Conte com a experiência de especialistas, procure a Priority Partners ( http://p1p.com.br/ ) e a Artsoft Sistemas ( http://www.artsoftsistemas.com.br/ ) para gerenciar sua empresa corretamente, aumentar seus lucros e otimizar seu desempenho.

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