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“Economia em rede” como uma das tendências de 2015


 

A internet está por trás de muitas das transformações ocorridas no mercado de negócios e na sociedade atualmente. A globalização, a democratização de acesso à informação e a velocidade de transmissão de dados são fatores que tiveram grande impacto nas relações entre pessoas e empresas.

A “networked economy”, ou economia em rede, é um tipo de ambiente econômico emergente, que surge como resultado de uma convergência marcante e expansiva entre as diversas formas de economia paralelas existentes anteriormente.

No post de hoje vamos falar mais sobre essa realidade e mostrar as vantagens que seu negócio pode obter a partir dela.

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Um novo cenário existente

O crescimento da networked economy tem até mesmo superado o da economia industrial. Ambientes econômicos movimentados pela tecnologia da informação e pela própria internet foram sendo extremamente estimulados pela hiperconectividade com o passar do tempo, culminando nessa espécie de ambiente econômico macro que se percebe hoje.

Em meio a esse cenário, é inevitável que surjam novas formas de trabalho, novas formas de relacionamento profissional e, principalmente, diversas oportunidades para a inovação.

A networked economy é um contexto rico de possibilidades e predominantemente marcado pela frequência com que pessoas e organizações de várias partes do mundo mantêm-se conectadas entre si.

Tudo pode ser conectado a uma rede

A “internet das coisas” (IoT — Internet of Things,) é um termo usado para referir os incontáveis dispositivos existentes hoje que estabelecem algum tipo de conexão, a fim de dinamizar a rotina das pessoas. Estão presentes em roupas, eletrodomésticos, automóveis, entre outros diversos acessórios.

Essa pluralidade de dispositivos, com uma gama de alternativas de aplicação, movimenta o interesse das grandes empresas, que passam a estar preocupadas em desenvolver tecnologia para unificar “a internet das coisas”.

Em julho do ano passado, a Dell, Intel e Samsung juntaram-se em um grupo chamado Open Interconnect Consortium (OIC) para discutir a padronização de conexões. A ideia consistia em desenvolver uma linguagem comum para garantir que a conexão entre dispositivos diversos, como Wi-Fi e Bluetooth por exemplo, fosse estabelecida da melhor maneira possível.

Ao que tudo indica, a tendência é que haja um aumento da quantidade de dispositivos com tais funcionalidades. O impacto da “internet das coisas” sobre as relações das pessoas, entre si e com as empresas, será aos poucos cada vez mais evidente.

Hoje em dia, tudo pode ser conectado a uma rede. Compreender esse aspecto é requisito para seu negócio não se tornar obsoleto. Sai na frente a empresa que conseguir inovar na oferta de produtos e serviços que estejam alinhados a era da hiperconectividade, ou seja, que façam parte da economia em rede.

Empresas pioneiras que já operam no ambiente da economia em rede

O ideal é que as organizações estejam  plenamente envolvidas tanto com a rede de negócios internos, quanto externos. Este é o poder que as conexões digitais em tempo real entre os indivíduos, dispositivos e organizações podem trazer: viabilizar modelos de negócio que antes não eram possíveis.

Empresas como Airbnb, que oferece um serviço de hospedagem conectando pessoas que tenham um espaço disponível com pessoas que estão procurando por um, é um exemplo de pioneirismo na criação de modelos inovadores tirando proveito das redes de conexão.

A Google, a partir do aplicativo Google Waze, que possibilita motoristas inserirem em tempo real informações sobre o tráfego e sobre estradas locais, é outro exemplo de modelo inovador.

Outro aplicativo pioneiro que aproveitou a dinâmica da economia em rede é o Uber, conectando pessoas que procuram por táxis ou caronas compartilhadas.

Encontrar caminhos para usufruir das conexões

O primeiro passo é as empresas compreenderem a condição e a necessidade de seus clientes em estarem sempre ligados a alguma rede. É preciso lembrar que a internet é apenas o plano de fundo das conexões. A partir dela, diversas outras conexões paralelas podem ser criadas através dos mais variados dispositivos e aplicativos.

E, não são apenas os clientes que estão condicionados a isso, mas todo e qualquer indivíduo, seja consumidor, parceiro ou funcionário da empresa. Ao considerar esse fator, os donos de negócios devem procurar caminhos para usufruir da hiperconectividade, exercendo formas de interação com os indivíduos, efetuando conexões benéficas para a empresa.

Novas relações de trabalho e mais open innovation

As formas de trabalho, de contratar pessoas e as relações entre empregadores e trabalhadores também sofrem transformações na economia em rede. Na verdade, passa a existir uma nova moeda baseada no conhecimento, não na proximidade geográfica, em razão das possibilidades de conexão virtual em tempo real.

Se antes a gestão das empresas desenvolvia modelos de inovação fechados em relação às ideias e a aplicação delas no mercado, hoje já não há espaço para posturas como essa.

As organizações em franco crescimento funcionam a partir do modelo open innovation, procurando aprimorar o desenvolvimento de seus produtos e elevar a qualidade dos serviços prestados a seus clientes, fazendo uso de pesquisas, processos e pensamentos abertos, exercendo a inovação a partir do trabalho em ideias internas e externas.

Viu como a networked economy abre um universo de possibilidades? Quer compartilhar alguma experiência ligada ao tema ou algum ponto de vista? Comente e participe!

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