Autor: AL

 

Nos ciclos de crise da economia, a retomada do crescimento é a parte mais desafiadora, já que a superação de desafios requer estratégia. Contudo, muitas vezes este é um ponto fraco da cultura empresarial brasileira, na qual a tomada de decisões na base da intuição e do improviso costumam ser a regra. É por este motivo que muitos gestores são pegos de surpresa quando chega uma crise, por que não houve planejamento estratégico do negócio.

Quer saber como planejar a retomada do crescimento da sua empresa? Fique atento e veja essas dicas em nosso post de hoje.

Entenda como fazer um planejamento estratégico

O planejamento estratégico é o ato gerencial para criar métodos, a fim de se fazer uso eficaz dos recursos (humanos, financeiros, técnicos, tecnológicos, materiais) disponíveis. O objetivo é conseguir melhores resultados, tornando a empresa apta a explorar as oportunidades de novos negócios no presente e no futuro, visando alcançar a sustentabilidade.

O ponto de partida para o planejamento estratégico é ter claros: o propósito da empresa, sua visão de futuro e quais serão os valores que nortearão as ações e atitudes de todos os envolvidos. A partir daí, serão definidos os passos para tornar real essa visão, desdobrando o plano em metas menores e identificando quais competências precisarão ser desenvolvidas para potencializar o alcance desses objetivos.

Posteriormente, deve ser consolidado um plano de ação com definição de prazos e responsáveis. Tal plano precisa ser acompanhado e reestruturado periodicamente para fazer frente aos percalços e às mudanças nos contextos internos e externos da organização.

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O mercado de atacado já foi um dos mais simples e seguros para se atuar. Bastava ter os melhores produtos disponíveis e vendê-los a um preço acessível para conseguir aumentar sua renda. Porém, hoje em dia não há mais essa segurança, cabendo à gestão para atacadistas coordenar o trabalho a fim de garantir a maior lucratividade possível.

Essa tarefa não é fácil, ainda mais com um mercado tão concorrido.

Vamos entender um pouco mais sobre esses desafios na gestão do atacado? Acompanhe:

Gestão para atacadistas: entenda os principais desafios

Existem vários complicadores no mercado de atacados. Separadamente podem parecer apenas empecilhos, mas em conjunto representam um grande problema para o negócio, caso não seja feita uma gestão satisfatória.

Por isso, é sempre importante entender os atuais desafios da gestão, observar a qual deles você já respondeu e aqueles aos quais é preciso atentar. Além do mais, nem sempre percebemos os problemas de nosso próprio negócio, tornando o olhar de pessoas de fora uma forte arma para melhorar os processos na empresa.

Veja mais detalhes nos próximos tópicos:

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As teorias dizem o que todos já sabem: clientes fiéis trazem mais retorno para a empresa do que clientes novos, afinal, estes custam mais para serem atraídos, enquanto aqueles já conhecem a sua empresa e já estão familiarizados com o seu atendimento, a qualidade dos produtos e serviços.

Porém, para fidelizar um cliente você precisa desenvolver estratégias atrativas de relacionamento e retenção, como é o caso dos programas de fidelidade. E como criar um programa de fidelidade incrível para o seu negócio? É o que você vai descobrir nas próximas linhas. Confira:


 

Saiba o que faz um cliente não voltar a comprar de você

É bom ouvir elogios, mas são as críticas que podem mostrar onde você está errando na retenção de clientes. Sendo assim, procure clientes que compraram uma única vez de você ou ainda aqueles que solicitaram informações, mas não fecharam o negócio. Quais foram os motivos para deixar a sua empresa? Os preços? O atendimento? A concorrência?

Com essas respostas em mãos, você já tem a oportunidade de melhorar alguns quesitos internamente para criar um programa de fidelização que atenda de verdade às necessidades dos seus clientes e faça com que eles sequer pensem em trocar a sua empresa de novo.

Defina um orçamento para esta estratégia

Existem programas de fidelidade que custam bem pouco para a empresa, como por exemplo, um cartão fidelidade que acumula pontos e pode ser trocado por prêmios. Mas existem também programas de alto custo, como a concessão de viagens.

Verifique quanto você pode investir nessa ação para manter seus clientes satisfeitos e próximos a você.

Determine quais são os benefícios do programa de fidelidade

Segundo uma pesquisa das empresas LoyaltyOne e Epsilon, 40% dos brasileiros esperam receber produtos e serviços de difícil acesso num programa de fidelidade, como por exemplo, smartphones e viagens. Mas nada impede que você ofereça um produto ou serviço da sua empresa, desde que ele gere valor para o cliente de alguma maneira.

É por essa razão que os programas de milhas e pontos são os mais comuns, pois a empresa pode estabelecer parcerias com outros estabelecimentos e assim ofertar mais opções de resgate para os seus clientes.

Estipule as regras do programa de fidelização

Todo programa de fidelização precisa de regras bem definidas e comunicadas, afinal, o que você quer é surpreender seus clientes a ponto de mantê-los comprando de você por muito tempo.

Utilize os canais de comunicação da sua empresa para divulgar essas regras e coloque-se à disposição para tirar dúvidas, evitando que algum cliente se sinta prejudicado pela falta de informação.

Faça o lançamento e estimule a participação

Definidos todos os critérios do seu programa de fidelidade, faça um lançamento exclusivo, convidando os clientes mais assíduos para um evento único. Depois, utilize as redes sociais, o site e o blog da empresa para divulgar abertamente para o seu público, mantendo-o informado periodicamente sobre as vantagens do programa através do e-mail marketing.

Com um bom programa de fidelidade, além de aumentar o engajamento dos seus clientes você fortalece a imagem da sua empresa e aumenta o faturamento, garantindo a sustentabilidade do negócio e maior tranquilidade para ampliar o seu mercado, conquistando novos clientes.

E você, já criou o seu programa de fidelidade? Tem dúvidas sobre o assunto? Compartilhe-as com a gente e continue de olho nas dicas aqui do blog!

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O Business Intelligence é cada vez mais falado não só em empresas de grande porte, mas em todos os negócios que desejam aumentar sua presença no mercado. Não é por menos. A capacidade de transformar números em relatórios em tempo real faz com que os diretores e colaboradores só precisem se preocupar em tomar as decisões corretas e produzir ainda mais.

Mas se o termo ainda não é muito familiar para você, não tem problema. Vamos mostrar para você o que o BI, como também é chamado, pode fazer pela sua pequena empresa. Confira!

O que é Business Intelligence?

O Business Intelligence (BI) consiste em um conjunto de práticas que englobam infraestrutura, aplicações operacionais e ferramentas capazes de transformar sua base gigante de dados e estatísticas em informações relevantes para a análise do mercado e para o desenvolvimento estratégico do seu negócio.

Era comum a utilização das ferramentas fornecidas pelo Business Intelligence apenas em grandes empresas e megacorporações. Mas a crescente competitividade entre as PMEs faz com que os empresários tenham que buscar as melhores soluções para impulsionar o sucesso do empreendimento.

A facilidade de uso aliada às possibilidades de análise rápida e precisa do BI fazem com que esse leque de ferramentas seja um elemento quase obrigatório para qualquer negócio que pense grande. E se essa é a sua ideia. Você ainda não está convencido de que o Business Intelligence pode ser crucial para alavancar o seu empreendimento? Então veja a seguir os principais benefícios do BI:

Facilita a boa gestão

A primeira coisa que um bom planejamento de Business Intelligence propicia é a melhora de cada etapa da gestão. Desde os recursos humanos até os financeiros, é possível verificar dados precisos para solucionar problemas e identificar grandes acertos.

E a boa notícia é que o sistema de ferramentas e análise dos dados costuma ser bastante didático, de fácil leitura. Os recursos visuais e os números postos de forma organizada apresentam os resultados de forma clara e instantânea.

Por falar nisso, a instantaneidade é um dos principais diferenciais propostos pelo BI. Esqueça coisas como ter que esperar um mês para fazer uma análise de dados ou aguardar até o final da semana para quantificar o seu estoque. Você pode ter todas essas informações na sua mão quando quiser. Aliás, não só você, mas toda a sua equipe.

Simplifica a tomada de decisões estratégicas

Também fica consideravelmente mais simples tomar decisões estratégicas para o seu negócio. Planos equivocados podem ser corrigidos e novas estratégias elaboradas. Até porque você não precisa se preocupar em analisar todos os números da tela, mas apenas os necessários para que você delibere sobre decisões importantes no momento.

Dessa forma, você elimina alguns riscos simples de evitar, mas que rotineiramente implodem algumas PMEs, como não verificação da situação financeira, carências na produtividade, tomar decisões apenas baseadas em “achismos” etc.

Otimiza o controle do estoque

O controle de estoque jamais deve ser colocado em segundo plano, pois é uma das principais razões para perda de dinheiro em companhias que comercializam em larga escala. O Business Intelligence possui excelentes funcionalidades para melhorar o armazenamento e contagem dos seus produtos.

A partir do BI, você consegue detectar com precisão a gestão do seu estoque. É possível analisar se a quantidade de mercadorias armazenadas é excessiva ou escassa, quais os produtos que acabam mais rapidamente e até o custo de armazenamento dos itens. Com esse relatório em mãos, você pode cortar gastos desnecessários na gestão do estoque rapidamente.

Sem contar que o Business Intelligence permite que você destine os colaboradores responsáveis por essa tarefa burocrática para áreas realmente produtivas, como o atendimento ao cliente, por exemplo.

Melhora o serviço ao cliente

A maneira mais eficiente de saber se cada um dos seus clientes está satisfeita com o serviço prestado pelos seus colaboradores é perguntar a eles. Infelizmente, empresas que atingem muitas pessoas não conseguem montar uma infraestrutura para personalizar o questionamento e garantir respostas mais precisas dos consumidores.

O Business Intelligence pode te ajudar nisso! É possível criar plataformas on-line para que os clientes postem suas opiniões de acordo com uma tabela preestabelecida. Essas respostas são captadas para a sua base de dados e transformadas em estatísticas palatáveis a qualquer um dos seus funcionários. Além disso, você pode identificar com exatidão quais clientes estão menos satisfeitos e focar em corrigir esse problema.

Precisa o planejamento estratégico

A melhor maneira de se planejar para os próximos anos é identificar tendências do mercado. E esse costuma ser um passo muito difícil para pequenas e médias empresas. Muitas delas se acomodam e estacionam no mercado antes de dar esse passo essencial para o crescimento do negócio.

E se há uma maneira precisa de entender essas tendências e analisar as carências ainda não supridas dos clientes é por meio do levantamento das informações. Mais ainda, da análise exata e didática das informações levantadas. Mais uma vez entra o Business Intelligence. Fica muito mais tranquilo desenhar um planejamento estratégico que coloque a sua empresa em um patamar acima daqui a 2 ou 5 anos, por exemplo.

Vale a pena implementar o Business Intelligence no seu negócio?

Essa resposta depende de uma série de perguntas. Você já deve ter uma ideia se o seu negócio precisa ou não dessas ferramentas a partir dos benefícios comentados aqui em cima.

Ora, caso a sua empresa esteja indo bem nos tópicos citados, não há porque investir em BI nesse momento. A não ser que você queria impulsionar ainda mais a produtividade do seu empreendimento. Mas vamos te dar algumas dicas, caso você esteja na dúvida, para decidir se precisa ou não aplicar o Business Intelligence.

  • Primeiro, o Business Intelligence deve ser utilizado por empresas que possuem um número muito grande de dados e que, devido a isso, tenha dificuldade em fazer análises dos números;
  • Segundo, identifique a área com mais problemas no seu negócio. Pode ser a força de vendas, o serviço de atendimento ou até o controle de estoque. Quer dizer, você consegue apontar qual a raiz dos problemas? Caso a resposta seja não, é possível desenhar junto ao desenvolvedor um programa capaz de decodificar esse problema por meio de estatísticas e lhe ajudar a corrigir.

O Business Intelligence não deve ser visto como um gasto a mais na gestão do seu negócio, mas como um investimento pensado para que a sua empresa consiga crescer ainda mais no mercado competitivo.

Enfim, não se precipite. Observe o seu negócio e o planejamento estratégico do seu empreendimento antes tomar a decisão. Se você quer crescer ainda mais, o Business Intelligence é uma ferramenta e tanto.

E então, gostou do texto? Ficou com alguma dúvida sobre o Business Intelligence? Deixe o seu comentário!

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A possibilidade de contratação de uma solução em Business Intelligence (BI) por meio de Software como Serviço (SaaS) democratizou o acesso a essa poderosa ferramenta de gestão de negócios. Atualmente, é possível encontrar até microempreendedores individuais usando recursos de TI em seu negócio — tecnologias que há poucos anos eram privilégio de multinacionais.

Mas por que o BI tem trazido resultados fenomenais para algumas empresas e para outras, poucas transformações? O segredo está na falta de planejamento e na implementação aleatória desse recurso sem estrutura para potencializar seus resultados. Hoje vamos descobrir alguns erros que precisam ser evitados para dar ao Business Intelligence a força competitiva necessária ao seu negócio. Acompanhe:

 

Utilizar o Business Intelligence sem integração com outros sistemas e aplicativos

A matéria-prima de uma solução em Business Intelligence é o conjunto de dados armazenados em CRM, planilhas, sistemas de gestão empresarial, pesquisas de satisfação, bancos de dados diversos etc. Para que essa tecnologia realmente seja capaz de gerar informações gerenciais com alto nível de assertividade, é preciso integrar a ferramenta com todas as fontes de informações possíveis.

Nutrir dados incompletos em planilhas, programas e sistemas de cadastro

OK, a integração é fundamental. Mas, mesmo assim, o BI será pouco útil se as fontes de dados tiverem sido alimentadas de forma negligente, com campos em branco e informações pela metade. Essa falta de cuidado irá gerar um conjunto de dados deficientes, que serão base para a geração de informações igualmente deficientes — que podem estar desalinhadas da realidade e até prejudicar o tomador de decisões. Faça as perguntas certas para sua ferramenta de BI e ela dará as respostas certas!

Adotar o BI antes de saber onde se quer chegar com ele

Implementar os recursos da TI simplesmente porque sua concorrência também adotou não vai lhe trazer, por si só, qualquer vantagem competitiva. Business Intelligence é uma solução personalizada, que deve ser implantada após um estudo minucioso sobre as peculiaridades de empresa. É importante conhecer sua infraestrutura de TI, sua relação com o mercado, quais indicadores devem ser utilizados e, sobretudo, que diferencial se pretende ganhar com ele.

Por exemplo: se sua empresa tem processos internos de eficiência duvidosa, dados de controle de estoques, de periodicidade de compra e de desperdício serão coletados e agregados em uma ferramenta de BI. Isso irá gerar indicativos do quão eficientes são suas metodologias operacionais de trabalho.

Não conscientizar os colaboradores sobre a mudança da gestão de dados

Para que seja um sistema de apoio à decisão que deixe sua empresa muitos passos à frente da concorrência, é preciso que todos os stakeholders (públicos que se relacionam, direta ou indiretamente, com sua organização) estejam envolvidos com a missão — especialmente os funcionários e fornecedores. Assim, criar uma cultura de gestão de dados com responsabilidade é o grande desafio de quem pretende trabalhar com BI e ter resultados financeiros importantes.

Implementar Business Intelligence sem o acompanhamento de um profissional especializado

Listamos acima uma sequência de erros comuns cometidos nas empresas que implementam soluções em BI sem qualquer tipo de planejamento prévio. Todavia, todos eles poderiam ser evitados por meio desse ponto: contratação de umaempresa especializada em sistemas de gestão de negócio. A assessoria de uma equipe com expertise e know-how no assunto irá se encarregar de corrigir e evitar todos os erros acima, diagnosticando previamente a situação da organização, sugerindo melhorias na forma de gerenciamento de dados e adaptando o sistema para funcionar com o máximo de eficiência à sua empresa.

Você tem alguma experiência com Business Intelligence em seu negócio?
Compartilhe sua experiência conosco! Deixe um comentário!

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Quando o negócio começa a se expandir muito e o empreendedor não consegue mais gerir os processos da empresa através de controles manuais — seja por meio de caderno de anotações, ou através de planilhas de excel — é preciso começar a investir em tecnologia, mais especificamente, na implantação de um sistema de gestão.

Se você já entendeu que necessita de um sistema de gestão para otimizar as suas ações administrativas e organizar melhor os setores da sua empresa, ótimo! Um grande passo já foi dado. Entretanto, antes de escolher qualquer software, você deve levantar algumas questões a fim de encontrar o recurso ideal para o seu negócio.

Confira, então, no post de hoje o que é mais importante na hora de escolher um sistema de gestão. Acompanhe:

Funcionalidades

Pode parecer uma questão um pouco óbvia, mas é preciso que o gestor se atente às funcionalidades do software e se elas atendem às suas necessidades. Isso porque até mesmo empresas que trabalham em um mesmo nicho de mercado podem necessitar de funcionalidades diferentes. Se alguma função falta no momento da implementação, é necessário fazer a customização posteriormente — o que acaba resultando em um custo bem maior.

Ou podem acontecer casos em que o gestor solicita um pacote que possui mais funções do que ele realmente precisa, pagando desnecessariamente por um serviço que não usa.

Atendimento

Antes de tomar alguma decisão, é importante saber se a empresa que fornecerá o sistema realiza um atendimento adequado — e isso diz respeito tanto aos treinamentos de implementação, quanto aos suportes realizados em caso de falhas no software ou dúvidas referentes à utilização.

Principalmente nas etapas iniciais da implantação e uso, muitas dúvidas e falhas podem surgir — bem como adequações — e, se a sua empresa não tiver o suporte adequado, esse investimento pode acabar prejudicando os processos da organização.

Relação custo-benefício

Um sistema de gestão será implantado para melhorar os processos e resultados do negócio, ou seja, irá contribuir para uma análise mais profunda da empresa, aumentando a sua agilidade na execução de tarefas e padronizando atividades, atendimentos, entre outras questões. Nesse sentido, o gestor deve enxergar essa aquisição como um investimento e não como um custo.

Existem vários sistemas de gestão no mercado capazes de satisfazer às necessidades de diversos empreendimentos, seja qual for o seu nicho de mercado. Dessa forma, a variedade de preço é também muito grande. Portanto, esteja atento se o valor do investimento compensa, levando em conta todos os benefícios do recurso.

Ao optar por implantar um sistema de gestão, é necessário levar em consideração muitas questões internas — como as necessidades a serem atendidas, a padronização dos processos e a integração entre as áreas — e também as questões inerentes ao sistema. Além dos aspectos que citamos acima, também é importante avaliar o tempo de implantação do sistema, a reputação da empresa fornecedora do software e até mesmo a possibilidade desse sistema fazer integração com outros sistemas.

Agora que você já sabe as principais questões a serem analisadas antes de implementar um sistema de gestão, compartilhe com a gente se ainda ficou com alguma dúvida! Utilize o campo de comentários abaixo e fique ligado em mais dicas aqui do blog!

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Existem muitos mitos e verdades sobre a tão famosa computação na nuvem. E dentre essas questões, um dos assuntos mais recorrentes é a segurança em Cloud Computing. Afinal, quem não quer ter os seus dados protegidos em qualquer lugar? Neste artigo, abordaremos algumas dúvidas e tópicos relativos ao tema que todo empreendedor ávido por novidades tem. Porém, antes de chegar a esse ponto, começaremos com uma pergunta básica:

O que é Cloud Computing?

Provavelmente você conhece serviços web como o iCloud, o Dropbox, o Google Drive e o Microsoft Office Online. O que todos eles têm em comum é que são ferramentas disponibilizadas na nuvem, ou seja, na internet.

Todos os 4 — e diversos outros serviços — funcionam a partir de servidores compartilhados, nos quais os usuários podem acessá-los a partir de computadores, smartphones, tablets ou qualquer dispositivo conectado à web. Em alguns desses programas também é permitido que vários usuários criem, editem e sincronizem os arquivos simultaneamente, tornando o trabalho mais dinâmico.

Com todas essas facilidades, é fácil concluir que existem vários benefícios para empresas que usam o Cloud Computing.

Por que se preocupar com segurança em Cloud Computing?

Para economizar com a compra de licenças de software e com assistência técnica, muitas empresas já passaram a usufruir das vantagens da computação na nuvem. No entanto, muitas dessas companhias seguem preocupadas com os servidores que oferecem o armazenamento de informações.

Afinal, apesar de a segurança ser uma das 4 maiores vantagens da computação na nuvem, ainda é muito importante se preocupar com ela: tomá-la como uma responsabilidade e fazer manutenções constantes é imprescindível para que nada de grave aconteça com os dados armazenados.

Portanto, é conveniente ter um serviço de Cloud Computing privado ou contratar um fornecedor seguro. Algo que ofereça diversos meios para otimizar o seu trabalho e que, ao mesmo tempo, minimize o risco de ameaças.

Quais são as possíveis ameaças à computação na nuvem?

Como já dissemos, a computação na nuvem têm seus prós — mas também tem alguns aspectos ruins. Por isso, é importante saber o que pode acontecer para evitar possíveis problemas e amenizá-los caso eles se concretizem. Veja a seguir algumas das principais ameaças à segurança em Cloud Computing:

Perda ou vazamento de dados

Ataques maliciosos e perda de dados. Essas são as principais dores de cabeça mais comuns para quem trabalha com um serviço de Cloud Computing. Informações como números de cartão de crédito podem ser conseguidos e contratos podem ser perdidos, por exemplo. Proteger os dados com a criptografia é uma boa solução, mas caso as senhas sejam extraviadas, outras informações também podem ser comprometidas.

Roubo de conta

Imagine perder uma conta de e-mail. Parece não ser um grande problema, não é mesmo? Mas, na verdade, é! Um intruso pode, com as suas informações, manipular dados, fazer transações, redirecionar clientes a concorrentes do seu mercado etc.

Informantes maliciosos

Se o Edward Snowden pode revelar diversas informações da inteligência americana, porque um membro da sua empresa não pode fazer o mesmo? Novamente, a regra da criptografia cabe aqui. Porém, o mais importante é ter as senhas em mãos, não as deixando na nuvem.

Abuso da computação em nuvem

Malwares, distribuição de softwares piratas e ataques DDoS — Distributed Denial of Service, um tipo de ataque no qual um único computador pode gerenciar até milhões de outros dispositivos — já são bastante comuns. Com o Cloud Computing não é diferente. Portanto, é imprescindível saber qual é a posição do seu fornecedor diante dessa situação e como ele faz para reprimir e punir os infratores.

Falta de informações contratuais

Caso a empresa opte por um fornecedor de Cloud Computing, é muito importante conhecer as obrigações de ambas as partes. Afinal, deve-se saber o que fazer no caso de diversos problemas que podem ocorrer. Saiba mais sobre isso nos tópicos a seguir:

Quais são as soluções para esses casos?

Como dito, é possível ter um serviço privado e, consequentemente, uma segurança em Cloud Computing muito mais controlada. Contudo, além da responsabilidade própria com manutenções caso a empresa opte por um fornecedor externo, é importante levar em consideração alguns dos diversos princípios de segurança oferecidos:

Criptografia de dados

Esse é um dos principais serviços a serem pensados. Com os dados criptografados, muitos deles poderão ser vistos apenas por quem tem acesso privilegiado. Isso evita que um estagiário ou um freelancer tenha acesso aos dados da presidência, por exemplo.

Separação dos dados

Muito provavelmente vários clientes são atendidos pelo mesmo fornecedor. Veja como a separação entre cada um deles funciona e que tipo de criptografia é utilizada para entender como tudo é feito. Com isso, você terá certeza de que as informações não serão confundidas e manterá a sua segurança em Cloud Computing.

Local dos dados

É comum que as empresas que façam uso da computação na nuvem não saibam o país onde ficam os servidores. Portanto, é importante que o fornecedor processe e armazene as informações em locais específicos obedecendo contratualmente as leis do país da empresa contratante.

Backup

Assim como em qualquer computador pessoal, ter um backup é fundamental. Afinal, caso haja algum problema com os servidores, todos os dados podem ser perdidos. Portanto, opte por fornecedores que repliquem as informações tendo bases em vários locais.

Garantia no caso de falência ou venda

Assim como em qualquer outra empresa, o fornecedor de Cloud Computing também está sujeito a esses acontecimentos. Como os servidores mantêm todos os seus dados, é necessário que haja uma garantia de que eles serão disponibilizados ao contratante.

Apoio a investigações

Caso haja alguma atividade ilegal, o Cloud Computing pode prejudicar o processo de auditoria. Isso porque os próprios servidores podem causar uma confusão técnica para o descobrimento de horário de movimentações dos usuários. Exigir uma cláusula contratual que determine o trabalho do fornecedor nesse tipo de situação é bastante útil. Assim como buscar algum que já tenha conseguido agir em alguma situação do tipo.

Você ainda tem alguma dúvida sobre segurança em Cloud Computing? Sabe de mais alguma ameaça ao sistema ou já enfrentou alguma das citadas? Então não se esqueça de deixar seu comentário! Compartilhe conosco as suas experiências!

 

A Artsoft Sistemas lançou em outubro deste ano um programa nacional de canais para revenda de soluções empresariais. O Programa de Canais Artsoft visa acolher empresas de tecnologia interessadas em aumentar seus portfólios de soluções e unidades de negócios, de forma a auxiliar no crescimento de pequenas e médias empresas em todo o território brasileiro.

Ao se tornar um Canal Artsoft, as empresas contarão com o apoio de vendedores e consultores especializados nas soluções Fenícia ERP, SAP Business One, Amazon Web Services e Google Apps for Work; além de receber treinamentos e materiais publicitários credenciados pela Artsoft e seus parceiros.

Os interessados poderão cadastrar-se facilmente através da página http://promo.artsoftsistemas.com.br/programa-de-canais-artsoft , ter mais informações sobre o Programa ou inserir seus dados no Formulário de Qualificação de Canais.

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